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"Minha história é marcada por dor, mas também por amor, cuidado e esperança"

Alisson, 39 anos · Caxias do Sul/RS · 1 min de leitura
Alisson

Alisson.

Minhas crises começaram por volta dos 10 anos. Na família da minha mãe, o Angioedema Hereditário sempre esteve presente, e por muito tempo vivemos entre dores, inchaços e medo sem saber o nome da doença.

Em 2011, minha mãe faleceu após uma crise grave. Fui à consulta que ela já tinha agendado e, aos 26 anos, recebi finalmente o diagnóstico. Desde então, sou acompanhado pela Dra. Cristina Worn Webber, que foi essencial em momentos muito difíceis.

"Completo 40 anos com fé, gratidão e vontade de viver."

O AEH trouxe perdas e desafios à minha vida, inclusive no trabalho. Já passei por crises graves, uma cirurgia com complicações e precisei de plasma fresco congelado e UTI para me recuperar.

Sou pai de um menino de 8 anos, que também foi diagnosticado com AEH, embora ainda não tenha tido crises. Hoje, com acesso ao Lanadelumabe e ao Icatibanto (Firazyr), tenho mais esperança e menos crises.

Completo 40 anos com fé, gratidão e vontade de viver. Minha história é marcada por dor, mas também por amor, cuidado e esperança.

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