"Minha história é marcada por dor, mas também por amor, cuidado e esperança"
Alisson.
Minhas crises começaram por volta dos 10 anos. Na família da minha mãe, o Angioedema Hereditário sempre esteve presente, e por muito tempo vivemos entre dores, inchaços e medo sem saber o nome da doença.
Em 2011, minha mãe faleceu após uma crise grave. Fui à consulta que ela já tinha agendado e, aos 26 anos, recebi finalmente o diagnóstico. Desde então, sou acompanhado pela Dra. Cristina Worn Webber, que foi essencial em momentos muito difíceis.
"Completo 40 anos com fé, gratidão e vontade de viver."
O AEH trouxe perdas e desafios à minha vida, inclusive no trabalho. Já passei por crises graves, uma cirurgia com complicações e precisei de plasma fresco congelado e UTI para me recuperar.
Sou pai de um menino de 8 anos, que também foi diagnosticado com AEH, embora ainda não tenha tido crises. Hoje, com acesso ao Lanadelumabe e ao Icatibanto (Firazyr), tenho mais esperança e menos crises.
Completo 40 anos com fé, gratidão e vontade de viver. Minha história é marcada por dor, mas também por amor, cuidado e esperança.
Quer contar a sua história?
Publicamos apenas com a sua autorização por escrito, respeitando exatamente o que você decidir divulgar.
Quero participar