Todas as histórias

A jornada até descobrir o que ninguém conseguia diagnosticar

Claudenilza, 58 anos · Bauru sp · 1 min de leitura
Claudenilza

Claudenilza.

Meu nome é Clau Biscalchin e demorei muitos anos até chegar ao diagnóstico correto. Durante muito tempo convivi com o abdômen inchado, crises intensas de vômitos e dores fortes. Em 2009 começaram os inchaços no rosto, que me deixavam completamente desfigurada. Passei por inúmeros médicos, consultas, pronto-socorros e internações. Cheguei, inclusive, a receber a suspeita de tumor cerebral.

Foram muitas idas ao hospital até que tive uma grave crise de glote, que me levou para a UTI. Foi então que comecei a pesquisar na internet sobre o que poderia estar acontecendo comigo, já que nenhum médico conseguia descobrir a causa. Nessa busca, conheci a Raquel, que me indicou uma médica aqui em Bauru, a Dra. Denise Barcelos. A partir daí iniciou-se minha caminhada rumo ao diagnóstico correto.

"Hoje, graças a Deus, tenho acesso a medicamento para tratar as crises e também ao medicamento para prevenção, que tem me proporcionado uma qualidade de vida que eu jamais imaginei alcançar."

Em 2013 comecei a ser acompanhada pela Dra. Anete, um verdadeiro anjo em minha vida. Hoje, graças a Deus, tenho acesso a medicamento para tratar as crises e, através de doações, também ao medicamento para prevenção das crises, que tem me proporcionado uma qualidade de vida que eu jamais imaginei alcançar.

Infelizmente, minha filha também começou a apresentar crises de Angioedema Hereditário e asma grave, chegando a ser internada três vezes na UTI. Mas seguimos firmes, enfrentando tudo com muita luta, fé em Deus e esperança.

Quem convive com o Angioedema Hereditário aprende a viver um dia de cada vez, porque nossa vida é sempre uma caixinha de surpresas.

Quer contar a sua história?

Publicamos apenas com a sua autorização por escrito, respeitando exatamente o que você decidir divulgar.

Quero participar