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O diagnóstico que abriu portas para a família

Leonardo, 31 anos · Ribeirão Preto- São Paulo · 1 min de leitura
Leonardo

Leonardo.

Oi, eu sou o Leonardo, tenho 30 anos e moro em Ribeirão Preto – SP. Sempre achei estranho meus olhos incharem na infância, mas, como eu tinha rinite alérgica, isso sempre foi tratado como uma reação alérgica. Até que minha tia Lúcia, depois de uma forte crise e de muitos exames, descobriu a doença em nossa família. Assim, todos nós fizemos o teste e eu descobri que tinha o Angioedema Hereditário.

Graças a Deus, no meu caso, os sintomas são bem controlados e convivo bem com a doença, sempre atento e sem dar sorte pro azar.

"Esse acabou sendo um lado mais bonito que o Angioedema Hereditário trouxe para a minha vida."

Nostra família, atualmente, é a maior com casos confirmados no Brasil. Depois que descobri o AEH, comecei a buscar mais informações e conhecimento sobre a doença, até porque era algo novo para mim. Também me preocupo com os futuros filhos que eu possa ter e com a possibilidade de passar a doença.

Por isso, sei da importância do trabalho da ABRANGHE, que nos dá todo o suporte necessário.

Um fato curioso é que, durante a Conferência Regional no Panamá, em 2024, tive a oportunidade de conhecer uma irmã por parte de pai, com quem eu ainda não tinha tido contato. Esse acabou sendo um lado mais bonito que o Angioedema Hereditário trouxe para a minha vida.

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