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"Deixei de viver no escuro"

Lucas, 34 anos · Fortaleza CE · 1 min de leitura
Lucas

Lucas.

Meu nome é Lucas Silva, sou de Fortaleza e convivo com angioedema hereditário.

Por muitos anos, achei que as crises que eu tinha eram normais. Desde criança, os inchaços faziam parte da minha vida — e como meu pai também sofria com isso, eu acreditava que era algo comum a todos.

Mas não era.

Meu pai passou 46 anos sem diagnóstico. Até que teve uma crise de edema de glote… e faleceu nos meus braços. Essa dor mudou tudo em mim.

Depois disso, cada crise minha vinha acompanhada de medo e da sensação de que eu poderia ter o mesmo destino.

Até que, em uma ida à UPA, um médico levantou a suspeita de angioedema hereditário. Foi a primeira vez que tive um nome para aquilo que eu sentia.

A partir daí, busquei informação, encontrei a ABRANGHE e, com ajuda, confirmei o diagnóstico.

"A informação salva vidas."

E tudo mudou.

Hoje, entendo meu corpo, reconheço os sinais e enfrento as crises com mais segurança. Deixei de viver no escuro.

Minha história é sobre dor, mas também sobre transformação.

A informação salva vidas.

Por isso, compartilhe, fale sobre o angioedema hereditário e divulgue associações que apoiam pacientes.

Para que ninguém mais passe anos sem diagnóstico.

Para que ninguém precise perder alguém por falta de informação.

Quer contar a sua história?

Publicamos apenas com a sua autorização por escrito, respeitando exatamente o que você decidir divulgar.

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