Lucas.
Meu nome é Lucas Silva, sou de Fortaleza e convivo com angioedema hereditário.
Por muitos anos, achei que as crises que eu tinha eram normais. Desde criança, os inchaços faziam parte da minha vida — e como meu pai também sofria com isso, eu acreditava que era algo comum a todos.
Mas não era.
Meu pai passou 46 anos sem diagnóstico. Até que teve uma crise de edema de glote… e faleceu nos meus braços. Essa dor mudou tudo em mim.
Depois disso, cada crise minha vinha acompanhada de medo e da sensação de que eu poderia ter o mesmo destino.
Até que, em uma ida à UPA, um médico levantou a suspeita de angioedema hereditário. Foi a primeira vez que tive um nome para aquilo que eu sentia.
A partir daí, busquei informação, encontrei a ABRANGHE e, com ajuda, confirmei o diagnóstico.
"A informação salva vidas."
E tudo mudou.
Hoje, entendo meu corpo, reconheço os sinais e enfrento as crises com mais segurança. Deixei de viver no escuro.
Minha história é sobre dor, mas também sobre transformação.
A informação salva vidas.
Por isso, compartilhe, fale sobre o angioedema hereditário e divulgue associações que apoiam pacientes.
Para que ninguém mais passe anos sem diagnóstico.
Para que ninguém precise perder alguém por falta de informação.
Quer contar a sua história?
Publicamos apenas com a sua autorização por escrito, respeitando exatamente o que você decidir divulgar.
Quero participar