Do luto ao diagnóstico: encontrando respostas para o AEH
Maíra.
Meu nome é Maíra Pontes Peixoto, tenho 37 anos e sou portadora de Angioedema Hereditário (AEH). Descobri meu diagnóstico em 2021, após o falecimento da minha tia em 13 de junho de 2020. Logo depois dessa perda, comecei a apresentar crises recorrentes de edemas na boca, pés, abdômen e mãos. Com a evolução dos sintomas, iniciei a busca por informações e acompanhamento médico especializado.
"A ABRANGHE foi fundamental para o esclarecimento sobre a doença, troca de experiências e fortalecimento diante do diagnóstico."
Nesse processo, conheci a ABRANGHE – Associação Brasileira de Portadores de Angioedema Hereditário, que foi fundamental para o esclarecimento sobre a doença, troca de experiências e fortalecimento diante do diagnóstico. Hoje, compreendo melhor a condição, sua gravidade e a importância do tratamento e do cuidado contínuo.
Meu objetivo é não apenas cuidar da minha saúde, mas também contribuir para a conscientização sobre o AEH, ajudando outras pessoas que possam estar passando pelo mesmo caminho de descobertas e desafios.
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