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"Pior que ter um diagnóstico é não saber o que se tem"

Pedro Luiz, 24 anos · Rio de Janeiro · 1 min de leitura
Pedro Luiz

Pedro Luiz.

Sou Pedro Luiz, tenho 23 anos e sou do Rio de Janeiro. Tenho Angioedema Hereditário tipo 1.

Desde muito pequeno sentia muitas dores abdominais e era tratado como gastroenterite. A pediatra pediu para ser acompanhado por um gastrologista e por um alergista, pois ela não conseguia descobrir nem controlar. Quando cheguei à adolescência, começaram os edemas na face.

"Pior que ter um diagnóstico é não saber o que se tem."

Tive muitas internações em UTI e os médicos não sabiam o que fazer. Somente aos 15 anos recebi o diagnóstico e, consequentemente, meu pai, meu avô, sobrinho, tios e primos também foram diagnosticados. Foi muito difícil receber o diagnóstico de uma doença rara, sem cura e que pode ser fatal. Mas logo minha mãe teve contato com a ABRANGHE e recebeu todas as orientações necessárias. Fiquei muito mais tranquilo quando descobri e conheci outras pessoas com a mesma doença que eu.

É super importante buscar informações sobre a doença, sobre medicamentos, conhecer seu corpo, ter acompanhamento médico. Respeite seus limites e priorize seu bem-estar físico e mental.

Tenho uma vida normal, trabalho, estudo e sou muito feliz! Não é fácil e nunca será, mas pior que ter um diagnóstico é não saber o que se tem.

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